FISCAIS DO IMTT


Greve dos Rodoviários está suspensa

Hoje por volta de 5h da manhã, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Josildo de Oliveira, acatou liminar na justiça do trabalho e suspende a paralisação no sistema de transporte programada para acontecer hoje.

No documento, o sindicato é informado que o prazo de 72 horas para comunicar com antecedência sobre a paralisação ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) não foi cumprido pela entidade. Josildo nega a possível irregularidade. " Nossa assembléia para decidir sobre a greve foi realizada na segunda-feira", retruca o sindicalista. De acordo com a liminar, este prazo regulamentar expira ainda hoje às 14h42m. A liminar determina ainda R$ 50 mil de multa por hora caso a greve seja mantida antes do horário determinado.

O Sindicato dos Rodoviários promete recorrer e, caso não consiga caçar  a liminar até o horário determinado pela justiça, ainda hoje o movimento de paralisação irá acontecer à tarde no Centro da cidade.

O prazo para o dissídio coletivos dos Rodoviários encerra hoje. Os trabalhadores querem um reajuste salarial de 10%  além de plano odontológico e aumento do vale refeição para R$ 10, hoje o benefício é de R$ 6,20.

Por volta de 4h35m a empresa Transamazônia (antiga Eucatur), na zona norte da cidade, teve as atividade paralisadas por causa da ameaça  de greve. O próprio presidente do Sindicato dos Rodoviários estava  na porta da garagem. Pouco tempo depois Josildo recebeu a liminar e suspendeu o movimento de paralisação.



Escrito por Fiscais do IMTT às 06h22
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Farmácias gratuitas foram mal projetadas


A falta de sensibilidade das empresas de transportes apenas aumenta o problema

Por Álisson Castro

Desde que as Farmácias Gratuitas entraram em operação nos Terminais de Integração o problemas do acesso é alvo de críticas de quem vai em busca de remédios nestes locais.  Na matéria no jornal Em Tempo, é destacado o Terminal 3, mas nos terminais de integraçao da zona leste, um localizado no Jorge Teixeira (T-4) e outro no São José (T-5) o problema se repete. Neste locais, as salas onde as farmácias funcionam há espaço para a instalação de um guichê  para o atendimento das pessoas que estão dentro dos terminais. Solução que deveria ter sido pensada na execução do projeto pelos técnicos da Prefeitura.

No Terminal 3  não há esta possibilidade de acesso pois atrás da sala onde a Farmácia foi instalada, há um almoxarifado usado por funcionários da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp). Aliado a este problema estrutural, há a falta de bom senso da empresa Transmazônia (antiga Eucatur) que ordenou a seus fiscais que não permita que as pessoas deixem o terminal de integração para ir à Farmácia Gratuita retornem sem pagar uma segunda passagem.



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h29
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Farmácias gratuitas com dificuldade no acesso

NÁIS CAMPOS
Equipe do EM TEMPO
nais@emtempo.com.br

Um mês após a Prefeitura de Manaus entregar as três primeiras farmácias de distribuição de medicamentos gratuitos, usuários reclamam da acessibilidade aos postos instalados nas dependências dos terminais de ônibus. Na denúncia mais grave, quem necessita do serviço no T-3, localizado na Cidade Nova, Zona Norte, observa que é preciso sair do terminal para ter acesso à farmácia, o que implica em mais custo.

O EM TEMPO esteve, ontem pela manhã, no local e constatou a irregularidade. “Fica difícil para quem não dispõe de muitos recursos, pois é preciso pagar outra passagem se precisar retornar ao terminal”, reclamou a funcionária pública, Maria Oliveira, 33.

Essa falta de acesso aos postos conflita com a ideia inicial em instalar as farmácias nos terminais rodoviários. Em setembro do ano passado, quando foi anunciada a construção dos estabelecimentos, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) reforçou que a escolha dos locais obedecia ao critério da facilidade. “Mas, não é o que presenciamos, uma vez que, aqui na Cidade Nova, o posto fica do lado de fora do terminal. Hoje, por exemplo, não tenho o dinheiro da passagem de volta”, afirmou uma estudante que preferiu não se identificar. Ela saiu do local sem os remédios que precisava.

Fiscais da empresa responsável pela cobrança da tarifa do transporte coletivo dentro dos terminais confirmaram que vários usuários deixam de retirar os medicamentos por não possuírem dinheiro para custear as passagens de ônibus no retorno para o ponto. “Ficamos sensibilizados, mas não é permitido o retorno ao terminal sem o pagamento de outra passagem”, frisou o fiscal da Eucatur, Luiz Armando Freitas, 21.

Nas duas outras unidades da Farmácia Gratuita, nos terminais do Jorge Teixeira e São José, ambos na Zona Leste, os usuários encontram a mesma dificuldade. “É inviável para as pessoas de baixa renda pagar duas vezes para a retirada de um medicamento”, garantiu o autônomo, Valdemir Marques, 25.

Três bairros

A Semsa estuda a possibilidade em estender, até junho, os serviços de entrega gratuita de medicamentos a mais três bairros da capital: Centro; Compensa, Zona Oeste, e  Educando, Zona Sul. Nos primeiros postos entregues, em março, a secretaria informou que foram investidos mais de R$ 700 mil, entre obras e aquisição dos produtos, e mais R$ 2 milhões serão gastos por ano para abastecimento das farmácias. Na rede de distribuição são ofertados 84 itens, como os populares Captopril, para tratar hipertensão; Insulina Humana – NPH (diabetes) e Fluxetina (depressão). Para ter acesso aos remédios as pessoas devem apresentar receituário de médicos credenciados no Sistema Único de Saúde (SUS) e das Unidades Básicas de Saúde do município (UBS).

Semsa pede que IMTT interceda

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informou que já foi comunicada a respeito da dificuldade que os usuários estão encontrando, nos terminais de ônibus, para ter acesso às Farmácias Gratuitas. Por conta disso, no último dia 22, a Semsa formalizou ao Instituto Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (IMTT), por meio do Processo 2010/1637/2258, um pedido para que interceda junto à empresa Eucatur – que controla o acesso dos passageiros às áreas de embarque e desembarque daqueles terminais, por meio de catracas –, a fim de que sejam adotadas soluções no sentido de facilitar o acesso dos usuários às farmácias. A Prefeitura já está tomando as devidas providências, para resolver a questão no menor prazo possível.



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h26
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Terceirizado e caro

Monica Prestes
especial para A CRÍTICA

Manaus tem 193 agentes de trânsito que custam aos cofres da Prefeitura em torno de R$ 160 mil por mês, ou seja, uma média de R$ 8,50 por hora. Isso é menos de 40% do efetivo recomendado pelo Departamento Nacional  de Trânsito (Denatran) para cidades com frota de quase 500 mil veículos, que é de 500 agentes.

Agora, a prefeitura está estudando a contratação de outros 20 “orientadores de trânsito”, por meio da empresa Consladel, por R$ 31,20 a hora, quase quatro vezes mais do que paga aos azuizinhos. Essa verba seria o suficiente para contratar mais de 300 agentes de trânsito a R$ 8,50 por hora, como o Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT) vem fazendo desde 2004, ano do último reajuste da categoria, lembrou o presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito (Sindtran), Sandro Moacir.

“Esse absurdo me faz sentir desprestigiado como profissional e até abandonado depois de 11 anos de trabalho. Com essa verba, dava para acabar com o déficit de agentes, fazer capacitações e organizar, enfim, o trânsito da cidade, de forma planejada”, criticou.

Os valores constam na planilha orçamentária apresentada à prefeitura no segundo semestre de 2009 pela empresa Consladel, vencedora da licitação concluída em janeiro para a prestação de serviços de segurança, manutenção, conservação e apoio à engenharia de trânsito do sistema viário de Manaus.

Na planilha, cujos valores deram a vitória na licitação à empresa paulista, a Consladel oferece à prefeitura, pelo valor de R$ 2.695.680,00, a contratação dos 20 “orientadores de trânsito”. No total, a contratação de todo o “pessoal” de Operação de Trânsito custará mais de R$ 3,9 milhões mensais, divididos em R$ R$ 235 mil para o pagamento de um engenheiro supervisor e R$ 1 milhão para cinco supervisores de campo, além dos orientadores. Nem a prefeitura nem a Consladel explicaram por qual período de tempo esses valores se referem.

“Enquanto isso, continuamos há seis anos sem reajuste e com as mesmas condições de trabalho de 2004, nenhuma melhoria. A cada mês, dois a três agentes deixam a profissão, desacreditados”, lamentou Moacir.

Segundo ele, muitos agentes, descrentes em melhorias nas condições de trabalho ou reajustes, têm se inscrito em concursos públicos. No último  da Policia Civil, 20 agentes aprovados aguardam a convocação para assumir o novo cargo e deixar o IMTT.



Escrito por Fiscais do IMTT às 15h24
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