FISCAIS DO IMTT


CASSAÇÃO DE AMAZONINO CAUSA TREMOR EM SEUS "CABOS"

Fonte: Afinsophia

Com a notícia da cassação do candidato da direita tradicional, eleito ao cargo de prefeito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB) e seu vice, Carlos Sousa (PP) pela Justiça Eleitoral do Amazonas, grande parte da população da cidade amanheceu em um só frisson-temor-tremor. A sentença histórica contra um candidato do maior grupo conservador da triste existência “política” do Amazonas, empurrou para um forte “baixo-astral” seus eleitores e comparsas calculistas que já demonstravam arrogância e prepotência desde o anuncio de sua eleição.

Calculistas, já fantasiavam as benesses que poderiam usufruir na gestão de seu predileto candidato e feitor. Entre eles profissionais da classe média, empresários, novos ricos, e velhos funcionários da prefeitura, e outros novos, que teciam planos de vingança contra funcionários, hoje, na gestão Serafim, a derrotada. Alguns entraram na onda vulgar do, “a partir de primeiro de janeiro quem vai pilotar a vassoura és tu!”. Atitude de reativo-ressentido, inveja que em nada constrói a democracia. Sem contar com funcionários que durante mais de três anos foram pró Serafim, e em campanha se mandaram para a direitaça. É lógico, sem nenhum discernimento do que venha ser direita, centro e esquerda em política. Mas só com o clamor gástrico: “Primeiro a barriga depois a moral” (Brecht).

O certo mesmo é que nesse momento a cidade de Manaus exala um extenso e insuportável amargor. Imaginemos se fosse uma posição contra uma perversa ditadura. Nem pensar. Muito deles nem sabem se o Brasil passou pelos anos de chumbo e pavor.

Perversa situação que aumenta mais o ódio vingativo, onde a irracionalidade é mater superior do orgulho de ser humano. “Cabos”, explodem: “Querem ganhar no ‘tapetão’!”. Não sabem: compra de voto é também “tapetão”. Recorrer ao “tapetão” é tentar uma vitória transgredindo as regras que direcionam um contrato oficial, ou particular. Não importa, nos dois casos é transgressão. E para que a transgressão não prevaleça, a justiça procura fazer cumprir a lei do contrato. No caso em questão: a Justiça Eleitoral. Aí não adianta estertores, rangeres dentes e mãos fechadas por rígido ódio.

A sentença não é definida, o cassado pode recorrer, mas a situação inusitada deixa a mostra as veias cianosadas da anti-democracia que fundamenta os afetos destes “cabos”. Patética realidade eleitoral da cidade de Manaus. Que os gregos tenham piedade dessas almas!



Escrito por Fiscais do IMTU às 22h58
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Justiça Eleitoral cassa registro de prefeito eleito em Manaus

Fonte: Folha de São Paulo

A Justiça Eleitoral, em primeira instância, cassou o registro das candidaturas e impediu a expedição dos diplomas do prefeito eleito de Manaus, Amazonino Mendes (PTB), e do vice, Carlos Souza (PP), por compra de votos. Cabe recurso ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Amazonas.

Na véspera do primeiro turno, a Polícia Federal apreendeu em um posto de combustível 419 requisições de carros já abastecidos com 20 litros de gasolina cada um. Nas requisições havia a frase "eleições 2008-Amazonino Mendes".

Na decisão, a juíza Maria Eunice do Nascimento diz que "as alegações apresentadas pela defesa dos candidatos não foram suficientes para identificar que eles não haviam cometido o delito e as provas documentais e testemunhais corroboraram [para a decisão]".

Os advogados de Amazonino e Souza não foram localizados pela reportagem. Segundo a assessoria de Amazonino, ele não vai comentar a decisão judicial, mas anunciou que vai recorrer.



Escrito por Fiscais do IMTU às 03h58
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AMAZONINO CASSADO

Fonte: Blog do Holanda

A distribuição de vales-combustíveis custou o registro do prefeito eleito, Amazonino Mendes, cassado hoje pela juíza Maria Eunice Torres. Carlos Souza, o vice, também teve o registro cassado.

A juíza determinou que os diplomas de prefeito e vice-prefeito eleitos não sejam expedidos aos dois políticos. A denúncia contra Amazonino foi feita no primeiro turno, pela coligação do vice-governador Omar Aziz.

Amazonino pode recorrer, mas na hipótese – muito remota - de perder em todas as instâncias, assumiria a prefeitura o segundo colocado no pleito, o atual prefeito de Manaus, Serafim Correa.

Amazonino e Carlos Souza foram condenados, ainda, ao pagamento de multa de 50 mil UFIRs, cada um, o que corresponde a R$ 95 mil.

O caso remonta ao primeiro turno, quando cabos eleitorais de Amazonino foram flagrados abastecendo veículos no posto Recopel. Um vídeo chegou a ser feito pela coligação de Omar Aziz, então candidato, e adicionado ao processo. Provas não faltaram para basear a decisão da juíza.

Ao todo, foram anexados aos autos 420 requisições com o carimbo da coligação de Amazonino.

A noticia da cassação do prefeito eleito caiu como uma bomba em meio a correligionários e simpatizantes. Mas ainda não é uma tragédia pessoal para o ex-governador. É um precedente, perigoso, que pode explodir em instâncias superiores, caso Amazonino consiga reverter a decisão no pleno do TRE.


ENTENDA O CASO

O Ministério Público Eleitoral do Amazonas (MPE/AM) recebeu denúncia contra o candidato a prefeito de Manaus, Amazonino Armando Mendes e ofertou, em 23.10.2008, representação para aplicação dos arts. 41-A e 30-A da Lei 9504-97.

A presidente do pleito de 2008, Juíza Maria Eunice Torres do Nascimento encaminhou ao MPE/AM os autos de Processo nº 24/2008, no qual a Delegacia de Defesa Institucional da Polícia Federal relata a distribuição e abastecimento de combustível em favor da coligação majoritária “Manaus - Um Futuro Melhor”, do candidato Amazonino Armando Mendes, financiados por ele, em troca de voto e apoio no pleito de 2008.

O delegado da Polícia Federal Wesley Sirlan Lima de Aguiar, responsável pela investigação e coordenador da Operação “Voto Livre”, afirmou ter recebido uma determinação da Superintendência Regional para apurar distribuição ilegal de combustível.


A denúncia envolve o posto de gasolina RECOPEL - DNP, localizado na av. Djalma Batista - Flores, nesta cidade, que franqueava a distribuição de combustível.

A autoridade policial determinou a suspensão da prática no Posto, conduziu o gerente da empresa a prestar esclarecimentos e recolheu centenas de “Requisições de Combustível”, as quais estavam em poder do gerente, bem como no escritório do Estabelecimento.

Segundo o depoimento do Delegado, o Presidente do TRE/AM, Ari Moutinho, afirmou desconhecer a autorização que a referida Coligação dizia possuir para realizar a distribuição de combustível no Posto, que por medida de cautela, a Autoridade Policial agira de forma correta ao suspender a distribuição e apreender as “requisições de combustível”. O justo receio do delegado em ter deparado com corrupção eleitoral (compra de votos), prevista no art. 299 do Código Eleitoral, foi o fato de ser prática comum em todas as Eleições essas distribuições em troca de voto e de apoio no dia do Pleito.

O que chamou a atenção do delegado foi o fato de a prática estar se concretizando no final da noite da véspera das Eleições, primeiro turno.

Os Promotores Eleitorais que assinaram a denúncia foram: Jorge Michel Ayres Martins, Maria Eunice Lopes de Lucena Bitencourt, Ronaldo Andrade, Adelton Albuquerque Matos, Tereza Cristina Coelho da Silva .



Escrito por Fiscais do IMTU às 03h49
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Em fuga, assaltantes tomam ônibus e fazem 40 reféns

Dois assaltantes armados renderam 40 passageiros de um ônibus, depois de ferir a tiros um vigia do prédio da Comissão Geral de Licitação, na Djalma Batista.

Fonte: Em Tempo

Passageiros da linha 678 (Cidade Nova- Ponta Negra) passaram por um susto, na noite de ontem, ao serem feitos réfens por dois homens armados. Os assaltantes fugiam de um cerco policial após tentarem invadir o prédio da Comissão Geral de Licitação, localizada na avenida Djalma Batista. Um dos passageiros do ônibus  teve arma apontada para sua cabeça. A Polícia Militar estabeleceu uma negociação e conseguiu liberar todos os usuários. Ninguém saiu ferido.

O fato aconteceu por volta das 19h30 na avenida Darcy Vargas, próximo à Universidade Estadual do Amazonas (UEA). Segundo o capitão da Força Tática, Francinei Bo, os acusados, Jonathas Bentes dos Santos, 22, e Oscar Célio da Costa Carneiro, 19, tentaram assaltar a CGL quando o vigilante do local, Antônio Jorge de Freitas, 38, percebeu a ação e supreendeu os bandidos. “Os assaltantes chegaram a efetuar disparos. O vigia foi atingido no braço esquerdo e encaminhado ao hospital, mas não corre risco”, comentou o capitão.

Depois da tentativa frustrada, os dois fugiram a pé em direção ao Amazonas Shopping. Mesmo ferido, o vigilante acionou a polícia e a viatura 1602 conseguiu apurar com testemunhas que os bandidos haviam entrado em um ônibus, que foi interceptado na avenida Darcy Vargas. Ao perceber o cerco policial, Jonathas e Oscar, fizeram os cerca de 40 passageiros de réfem. “Ninguém tinha percebido nada. Os dois homens subiram no ônibus e pagaram passagem. Quando a polícia chegou, eles levantaram e mandaram todos ficarem quietos porque estavam armados e queriam fugir”, comentou o motorista da linha, José de Souza.

Um dos passageiros, que preferiu não se identificar, ficou sob a mira do révolver durante as negociações com a polícia. “Quando senti que eles me puxaram pela blusa e colocaram a arma na minha cabeça fechei os olhos e clamei por Deus. A polícia foi eficiente e fui logo liberado”, comentou em desabafo. Após dez minutos de negociação os dois acusados se entregaram e foram encaminhados ao 10º Distrito Policial, na Alvorada, Zona Centro-Sul.



Escrito por Fiscais do IMTU às 16h11
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AMAZONINO VAI TIRAR DINHEIRO DA EDUCAÇÃO

Fonte: Blog do Holanda

O prefeito eleito, Amazonino Mendes, quer dinheiro para tocar as obras que prometeu durante a campanha, e parte vai sair da educação. Serafim Correa, a pedido de Amazonino, encaminhou à Câmara projeto que reduz o índice mínimo de aplicação de recursos do orçamento – de 30% –para 25% – na educação. A verdade é que Amazonino está apenas pensando em adequar o índice local ao que prevê a Constituição Federal.

A Lei Orgânica do município de Manaus estabelece os 30% , mas a Carta de 88 prevê 25% de aplicação dos recursos resultantes de impostos e das transferências recebidas do Estado e da União na manutenção e desenvolvimento do ensino.

Aparentemente, nada errado. Mas para um avanço obtido nos últimos anos, é um retrocesso sem tamanho, que o futuro prefeito pretende compensar com circo, parques temáticos, praças e sabe-se mais lá o quê.

Os vereadores estão resistindo. Mas tudo parece uma grande encenação.



Escrito por Fiscais do IMTU às 11h00
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Estudantes apontam fonte de recursos para o transporte coletivo


Fonte: Portal da Câmara Municipal   

O vereador Paulo De Carli (PRTB) apresentou hoje, 26, um estudo realizado por representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) onde eles indicam a existência de uma lei federal que cria, no âmbito da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) incentivos financeiros para aplicação em transporte coletivo na cidade de Manaus. De acordo com os organizadores do estudo, a aplicação desses recursos - que nunca foi usado - amenizaria consideravelmente a crise no transporte coletivo da cidade.

O vereador informou que segundo os dados levantados pela UNE os recursos não seriam destinados diretamente às empresas de transporte coletivo mas repassado ao município para que gerencie o incentivo. De' Carli sugeriu que a Câmara Municipal de Manaus aprove um projeto de lei regulamentando a utilização do incentivo da Suframa ao transporte coletivo. "Esse recurso existe e nunca foi utilizado para subsidiar o transporte coletivo na cidade de Manaus", destacou.

O vereador destacou que medidas com esta devem ser utilizadas para evitar crises com a anunciada para o próximo dia 1º quando 70% dos rodoviários deverão aderir à greve, causada pelo não pagamento integral do 13º salário dos trabalhadores. "Devemos discutir e analisar projetos de incentivos como esse para evitar conseqüência como as que estão sendo anunciadas pelas empresas de transporte coletivo", finalizou.



Escrito por Fiscais do IMTU às 03h50
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Serafim propõe linha de crédito para pagar 13º salário dos rodoviários

Fonte: Portal Amazônia

O prefeito de Manaus, Serafim Corrêa, propôs nesta quarta-feira (26), que a gerência regional do Bradesco abra uma linha de crédito para que a empresa Transmanaus, consórcio que explora o sistema de transporte coletivo de Manaus faça o pagamento do 13º salário dos trabalhadores rodoviários ainda esta semana.

Serafim explicou que a proposta apresentada ao Bradesco é que o banco repasse R$ 6 milhões para a Transmanaus, dinheiro destinado ao pagamento do 13º salário dos 8,5 mil trabalhadores do setor de transporte coletivo. O pagamento desse débito será feito de forma parcelada pela empresa.

Pela proposta, o valor de R$ 800 mil que a Prefeitura gasta mensalmente com a compra de vale transporte para os servidores do município seriam depositados em uma conta a ser aberta pela Transmanaus no Bradesco até o pagamento total da dívida.

O impasse entre a empresa e os trabalhadores começou no início deste mês, quando a Transmanaus anunciou falta de caixa para o pagamento do 13º salário. De acordo com a empresa, somente com o reajuste do valor das tarifas de ônibus seria possível fazer esse pagamento.

Reunião

Serafim Corrêa reafirmou que o reajuste da tarifa só deverá acontecer em fevereiro de 2009 conforme estabelece o contrato de concessão. O prefeito disse ainda que o município poderia até rescindir o contrato de concessão caso a população fosse prejudicada com a falta de ônibus.

Diante da continuação do impasse e da ameaça de greve dos trabalhadores, o prefeito chamou para reunião o presidente da Transmanaus, Acyr Gurgaz, e os gerentes regionais do Bradesco, Geraldo Pacheco e Júlio Afonso de Souza, para tentar encontrar uma solução para o caso.

Os gerentes do Bradesco ficaram de estudar a proposta e dar uma resposta o mais rápido possível, para que o 13º dos rodoviários seja pago até o final desta semana.



Escrito por Fiscais do IMTU às 03h46
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Ônibus novos podem sair de circulação


De acordo com dados apurados pele jornal A CRÍTICA, a empresa Via Verde devolveria 200 ônibus novos, a Ponta Negra, 30, e a Transamazônia, também 30


Fonte: A Crítica

Três empresas que integram o consórcio Transmanaus articulam a retirada imediata dos veículos novos comprados desde o início do contrato, há um ano, por estarem com dificuldade em pagar os débitos com os bancos.

A CRÍTICA apurou que as empresas Via Verde, Ponta Negra e Transamazônia, três das sete que integram o consórcio, querem colocar de volta, em circulação, os veículos antigos retirados desde que foram substituídos pelos novos ônibus.

A decisão está tão avançada que as três empresas já estão fazendo pesquisa de cotação de preço de transporte de cargas até Porto Velho (Rondônia) dos veículos. Os ônibus teriam dois destinos possíveis: ser dados como garantia aos bancos que concederam o empréstimo para sua compra ou ser revendidos a outras empresas do País.

Segundo apuração da reportagem, a Via Verde devolveria 200 carros novos, a Ponta Negra, 30, e a Transamazônia também 30. As duas primeiras empresas são de Minas Gerais e a Transamazônia, de Rondônia.

A devolução dos veículos estaria amparada no contrato, pois se trata de uma “exceção”, nos casos em que as empresas estiverem em desequilíbrio financeiro. As empresas também estariam com falta de condições para operacionalizar a frota, incluindo a manutenção dos veículos, segundo apurou o jornal.

“As empresas se comprometeram em arcar o financiamento junto aos bancos tendo como garantia o reajuste da tarifa, mas isso não aconteceu. Não podendo arcar com a frota, o jeito é levar os carros de volta. É como se um trabalhador comprasse um carro e ficasse desempregado. Sem garantia de pagamento, não teria como continuar pagando o automóvel”, disse a fonte, que pediu para não ter seu nome revelado.

Com a retirada dos ônibus e o retorno dos antigos, muitos dos quais sem condições para continuar trafegando, haveria necessidade imediata da intervenção do Poder Executivo. No entendimento das empresas, o retorno da frota antiga obrigaria a atuação direta da prefeitura, conforme atesta o próprio contrato. O endividamento das empresas com a aquisição dos ônibus novos seria de R$ 37 milhões. Todas estão com pagamento atrasado.



Escrito por Fiscais do IMTU às 08h33
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TRANSPORTE COLETIVO AGONIZA E REVELA O VERDADEIRO PREFEITO DE MANAUS

Fonte: Afinsophia

A briga pelo aumento na tarifa do transporte coletivo urbano de Manaus tem, neste final de ano, diversos campos de batalha: de rodoviários até o empresário, dono da Eucatur/Transmanaus, passando pelo prefeito que ora sai, e principalmente pelo que ora entra, travestido de novo. Mas somente uma vítima: a economia da cidade e o transeunte-cidadão.

Num campo da briga de interesses, o presidente do SINETRAM e do consórcio Transmanaus, Acyr Gurgacz, que pretende impedir que os estudantes utilizem a meia-passagem nas férias, alegando que quase 50% da população usuária do TCU (transporte coletivo urbano) paga meia-passagem em Manaus, e ainda contando com a anuência do atual prefeito, Serafim, que ratificou o argumento do empresário e ainda afirmou que esta é uma questão que não diz respeito ao poder Executivo.

De outro/mesmo lado, ônibus parando pela cidade por falta de combustível, e frota reduzida em 80% nos finais de semana, já a algum tempo. Sintomas recentes de uma antiga tática: penalizar o usuário, penalizar o funcionário, conforme este Bloguinho acompanhou, quando fez uma pesquisa entre os funcionários destas empresas.

 

De um outro/mesmo lado, conta-se com a omissão do atual prefeito, Serafim, e com o providencial silêncio do prefeito eleito, Amazonino, que não deseja “herdar” o problema.

Ainda, o sindicato dos rodoviários, que protesta com razão, mas sem usar a mesma, planejando uma greve que atende menos aos interesses da categoria que os do empresário, já que o presidente desistiu de fazer o protesto pela via econômica (circular com catraca livre), e optou pelo tradicional enclausuramento dos veículos nas garagens, a partir do dia 1o de dezembro, prejudicando a população, jogando a “batata quente” para a prefeitura e não prejudicando em nenhum momento o empresário. Josildo Oliveira, presidente do sindicato, teria afirmado à imprensa que é pago para defender os direitos dos rodoviários, não da cidade.

UM ANO (DESTE CAPÍTULO) DA NOVELA…

Os atuais acontecimentos no TCU de Manaus envolvem uma trama que antecede a eleição municipal em um ano. O prefeito Serafim foi eleito em 2004, e uma de suas bandeiras de campanha era a resolução dos problemas do transporte, sobretudo o malfadado Expresso, não terminado pelo atual ministro e então prefeito Alfredo Nascimento, do mesmo grupo de Amazonino.

Serafim herdou um sistema de transporte inoperante, caro e sucateado, e que no entanto pagava embutida na tarifa, segundo a CPI do Transporte, presidida pelo então vereador Francisco Praciano, 0,22 centavos a mais por passagem individual paga durante oito anos. No início do mandato de Serafim, Praciano tentou emplacar uma fiscalização mais rigorosa por parte da prefeitura e da CMM, inclusive tomando para o IMTU a responsabilidade de gerir o sistema de bilhetagem eletrônica. Serafim vetou o projeto de lei.

Serafim continuou mostrando que fazia uma administração sem diferenças com seus antecessores. No episódio que ficou conhecido como “os baderneiros”, Serafim impediu, via vereadores da sua base, a instalação de uma CPI que visava investigar os acontecimentos ocorridos no centro da cidade.

Depois disso, a malfadada e ainda investigada pelo MPE licitação da concessão do transporte coletivo, que consagrou a única participante, a Transmanaus (Eucatur/Transmanaus), de Acyr Gurgacz. Gurgacz, impossibilitado de participar da licitação com a Eucatur, tratou de providenciar um novo CNPJ e um nome de fantasia, “Consórcio Transmanaus”, que juntava sob sua administração as mesmas empresas que já exploravam o TCU manoniquim. Venceu, e a prefeitura trocou seis por meia-dúzia.

Daí, o episódio do contrato verbal entre Serafim, Gurgacz e o sindicato dos rodoviários, garantindo o congelamento da tarifa por um ano em troca da concessão, “coincidentemente” um ano antes das eleições. E o já anedótico episódio dos “500 Ônibus Novos. Eu Sou Um Deles”, que até hoje não chegaram, já que efetivamente não existe transporte coletivo urbano em Manaus no plano do controle municipal e da efetividade do serviço, ainda que houvessem, numericamente, 5000 ônibus.

No meio desta história toda, ainda houve o episódio do Vírus IMTU/SINETRAM, que o leitor intempestivo acompanhou neste bloguinho.

Um ano depois, nem mais, nem menos, Gurgacz vem cobrar a fatura do contrato de gaveta com a prefeitura de Serafim, que terá de cumprir a sua parte, mesmo que não tenha conseguido nas urnas o que pretendia quando o formulou.

NO QUESITO TRANSPORTE, O “PREFEITO” SEMPRE FOI ELE: ACYR GURGACZ

O homem dos mais de 200 processos judiciais, o homem que pretende assumir mesmo assim a vaga de suplente do senador rondoniense cassado, Expedito Junior (PR-RO), o homem que foi preso na Operação Articulados (que envolveu os 500 ônibus), da PF, e é acusado de crimes ambientais, estelionato, falsidade ideológica, uso de documento falso, é processado por danos materiais e morais no Amazonas, Pará e Rondônia, já tendo sido condenado a quatro anos e três meses de prisão. Este é Acyr Gurgacz, dono da Eucatur, da Transmanaus, e personagem envolvido no TCU de Manaus desde os tempos do ex-e-agora-de-novo prefeito, Amazonino Mendes.

A Eucatur surgiu em 1964, fundada pelo pai de Acyr, Assis Gurgacz (também preso na Operação Articulados), e cresceu vertiginosamente na região Norte durante a época da ditadura. Em Manaus, a EUCATUR chegou ainda como União Cascavel, e em 1991 inaugurou sua primeira garagem, localizada na Cidade Nova. Um ano antes, Amazonino saía do governo para o senado, ficando lá até 1992, quando foi eleito prefeito da cidade.

De lá pra cá, a União Cascavel/Eucatur, passou pelas administrações de Arthur Neto (1989 a 1992), Amazonino (1993-1994), Eduardo Braga (1994-1997), Alfredo Nascimento (1998-2004), Carijó (prefeito-tampão, 2004), Serafim Corrêa (2005-2008), e muito provavelmente, Amazonino de novo.

Em todos estes mandatos, a Cascavel/Eucatur, em parceria com outros empresários de transporte coletivo, sempre geriu o sistema sem nenhum tipo de inconveniência ou pressão governamental. Fato é que tudo é gerido pelo SINETRAM, que tem atribuições de órgão público, como a emissão de carteiras estudantis, passe-estudantil (quando existia) e cadastro dos estudantes, enquanto o IMTU, que era EMTU, se reduzia a cuidar da organização (?) das vias públicas.

Evidentemente, não se trata de Acyr Gurgacz enquanto indivíduo, mas o seu envolvimento com uma subjetividade anti-democrática, aliado a pessoas que utilizam o poder público municipal/estadual no Amazonas e em grande parte do Brasil para realizar interesses escusos. É esta subjetividade de apropriação dos mecanismos governamentais por parte de pessoas sequeladas, carregadoras da frustração do existir, da dor e do ressentimento, que é necessário enfraquecer.

EMPURRA-EMPURRA DO AUMENTO: A CORDA ARREBENTA NO BOLSO DO CIDADÃO

Enquanto o prefeito Serafim faz de conta que não é com ele, e o futuro prefeito Amazonino aproveita para silenciar, mas torce e pressiona para que o aumento seja dado na administração do rival/igual, só há uma certeza para o transeunte/cidadão. Quem vai pagar a conta de toda esta novela, somos nós.



Escrito por Fiscais do IMTU às 08h16
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LINHA ALIMENTADORA TEM FROTA REDUZIDA NA ZONA LESTE

O IMTU decidiu reduzir pela metade a frota da linha 053-Alfredo Nascimento/T3, até o mês passado o Resumo Operacional do Instituto (documento mensal que determina o número de veículos em cada linha) estabelecia que quatro ônibus devia operar na referida linha, porém, neste mês, o número caiu para apenas dois.

A empresa responsável pela linha, Transamazônia (antiga Eucatur), nunca cumpriu a frota de quatro veículos e, por conta disso, a fiscalização do IMTU no Terminal 3 multava a empresa todos os dias. Estranhamente, ao invés de os superiores do IMTU exigir da empresa o cumprimento da frota, resolveu se adequar a necessidade da Transamazônia, que, mais uma vez, demonstra sua influência no Instituto.



Escrito por Fiscais do IMTU às 07h54
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RODOVIÁRIOS  PRONTOS PARA GREVE

Texto: Em Tempo

Foto: Álisson Castro

 

O Sindicato dos Rodoviários protocolou, na tarde de ontem, na Prefeitura de Manaus e Ministério Público do Trabalho (MPT) um documento referente à paralisação de 70% da frota do sistema de transporte coletivo, prevista para o próximo dia 1º. O objetivo é garantir que a greve seja legal, caso não haja o pagamento da primeira parcela do 13º salário até o dia 30 deste mês. A informação é do presidente da entidade, Josildo Oliveira.

Mesmo distante do dia da possível paralisação, o Instituto Municipal de Transportes Urbanos (IMTU) já está se antecipando, ao adotar medidas para atender à população no caso de greve. Uma delas, segundo o diretor-presidente do órgão, Waldir Frazão, é a liberação da frota dos alternativos e executivos para circular em toda a cidade, atendendo a demanda. Ao todo, serão 370 microônibus, que atendem apenas a Zona Leste e parcialmente as outras zonas. Segundo Frazão, são 260 alternativos e 110 executivos. “Continuamos a negociação e vamos fazer de tudo para evitar a greve, pois transporte coletivo é um direito do trabalhador”, argumentou.

A primeira parcela do 13º salário está prevista em lei para ser paga dia 30 deste mês e a segunda parcela, dia 20 de dezembro.

“Dia 25 é o prazo que a empresa deu para se pronunciar se paga ou não paga. A direção do sindicato só irá se posicionar no momento em que o 13º não for pago”, destacou Josildo Oliveira. De acordo com sindicalista, o documento de aviso de greve será protocolado, ainda, na Câmara Municipal de Manaus (CMM) e Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE). “Lançaremos hoje (ontem), o edital com o resultado da assembléia-geral realizada na última sexta-feira (21), com os trabalhadores no sistema, para definir sobre fazer a greve”, explicou.
Na ocasião, 119 pessoas de oito mil funcionários compareceram. O número reduzido se deu por conta da chuva que atingiu a cidade neste dia, segundo o presidente do Sindicato. “A empresa não sinalizou que irá pagar os funcionários até o momento”, concluiu Josildo Oliveira.



Escrito por Fiscais do IMTU às 07h41
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Rodoviários decidem paralisar a partir do dia 1° de dezembro em Manaus

Trabalhadores do transporte coletivo de Manaus decidiram, durante assembléia realizada ontem (21), paralisar o serviço a partir do dia 1° de dezembro, caso não recebam a primeira parcela do 13° salário até o dia 30 de novembro, conforme prazo estipulado pela legislação trabalhista. As informações são do Diário do Amazonas.

O sindicato desistiu de fazer a paralisação deixando as catracas dos ônibus livres. O motivo da desistência, segundo o presidente do sindicato, Josildo Oliveira, é que o órgão está evitando receber processos. Oliveira informou que havia pensado em uma paralisação no último domingo (16), mas a diretoria do sindicato desistiu pelo mesmo motivo.

- Analisamos a situação e vimos que seríamos processados. Todos na diretoria do sindicato já têm processos -, afirma Oliveira.

Usuários

Caso a greve ocorra em dezembro, cerca de 700 mil usuários do serviço serão prejudicados, por dia. Oliveira disse que o sindicato irá fazer o que for preciso para garantir o direito dos trabalhadores. De acordo com o presidente, quem deve se preocupar com a população são os vereadores e o prefeito.

- Nós estamos preocupados com os rodoviários, porque são eles que pagam nossos salários -, afirmou.

O presidente informou ainda que caso haja a paralisação do sistema de transporte coletivo de Manaus, os funcionários ficarão nas garagens das empresas e não permitirão que os ônibus saiam dos locais.



Escrito por Fiscais do IMTU às 04h29
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