FISCAIS DO IMTT


Faixas de pedestre geram polêmica


Pedestres se arriscam em travessia

Texto e fotos: Álisson Castro

Próximo ao Amazonas Shopping, na avenida Darcy Vargas, existem três faixas de pedestres em menos de 250 metros. O que poderia indicar segurança aos pedestre gera, na verdade, risco de acidente e congestionamento. Duas destas faixas foram pintadas próximas a uma curva, uma em frente ao prédio da Petrobrás e a outra em frente a sede da Secretaria Estadual de Assistencia Social (SEAS). Em nenhuma delas há semáforo e os pedestres devem contar coma boa vontade dos motoristas para atravessar a avenida.

O ambulante Herivaldo Aguiar Mendes, 47 anos trabalha próximo a faixa de pedestre em frente a Petrobras e presenciou  acidentes. “Ontem à tarde (14/05) uma motociclista parou para pessoas atravessarem na faixa e um veículo que vinha logo atrás bateu nele”, segundo o Mendes é comum riscos de acidentes no local, “se você ficar aqui algumas horas, irá ver freadas bruscas de carros por causa da faixa”.

A terceira faixa é a informal, ela foi apagada mas os pedestres insistem em fazer a travessia no local por costume. Ela ficava na entrada de transeuntes do Amazonas, na Darcy Vargas, onde ficava o semáforo de pedestres.

A ausência de agentes de trânsito é uma das reclamação de quem atravessa naquele trecho da avenida. Na faixa de pedestres em frente a sede da SEAS dois agentes de trânsito auxiliavam a travessia dos pedestres. Ambos (o blog optou pr não divulgar  seus nomes) informaram que foram orientados a fiscalizar apenas a faixa onde se encontravam.

Segundo os agentes, eles próprios correm risco de vida trabalhando no local. “Quando os motoristas nos enxergam  já estão próximos, é um perigo parar o tráfego aqui próximo a uma curva”, lamenta o agente.

Eles disseram ainda que o  trânsito no local é confuso e apresenta falhas de gerenciamento. “O ideal seria voltar a ser como antes, ter apenas  uma faixa para travessia próxima ao shopping e um semáforo com botoeira para o acionamento manual pelos próprios  pedestres”, opina o agente.”Nós poderíamos estar fazendo outros serviços mais importantes para o trânsito ao invés de ficar  aqui”, completa.

Sinal de vida

Consagrado em Brasília, o ato de levantar o braço ao atravessar a faixa de pedestre – o chamado “sinal de vida”- é tema de  projeto de lei que está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. E, caso seja aprovado e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tornará lei em todo o território nacional um costume que em algumas cidades como São Paulo hoje mais parece um sonho: o de os motoristas pararem para dar passagem aos pedestres.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) já determina que quem estiver atravessando uma rua ou avenida nas faixas apropriadas “terão prioridade de passagem, exceto nos locais com sinalização semafórica”, mas o artigo é respeitado em poucos municípios.

O novo projeto em trâmite no Congresso não apenas enfatiza o que está determinado no código como institui o “sinal de vida” na travessia. Apresentado pela deputada federal Perpétua Almeida (PC do B – AC), prevê que o pedestre simplesmente levante o braço para solicitar, nas faixas, a parada do veículo em ruas sem semáforo ou agente de trânsito controlando a travessia.

Em vias com grande fluxo de automóveis, os pedestres devem esperar a formação de um “maior número de passantes”, diz o texto. Não haverá punição a quem não fizer o gesto, só para o motorista que não respeitá-lo.

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), 33.996 pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito no País em 2008 – delas, 5.429 pedestres (16% do total). Não há dados sobre acidentes ocorridos especificamente nas faixas.

Fonte: site do jornal Estado de São Paulo



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h33
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Justiça cobra explicação do IMTT

O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) não consegue justificar realização do curso de agentes de trânsito. Segundo o  Ministério Público Estadual (MPE) o instituto fica devendo esclarecer sobre os recursos para custear o curso, os documentos que fundamentem a sua realização e a relaçao dos participantes. O IMTT alegou que o curso tratava-se de uma oportunidade para a comunidade ter noções sobre o trânsito na cidade trânsito. O assunto foi destaque sexta-feita (14/05) do jornal Amazonas Em Tempo.



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h19
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Agentes “piratas” em ação


 

Na segunda-feita desta semana (10/05) um grupo de participantes do curso de agentes de trânsito promovido pelo Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) recebiam orientações de um agente de trânsito na avenida General Rodrigo Otávio, em frente a entrada do Campus Universitário da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).Até o momento, o IMTT tenta esconder os critérios e objetivos do curso. A suspeita é tratar-se de uma manobra para contratação de agentes de trânsito sem a realização de concurso público obrigatório.

Chamados pela categoria de “agentes piratas” ou “agentes paraguaios” os participantes fazem parte da terceira turma do curso que é ministrado por alguns agentes de trânsito.  Entre os agentes o curso é mal visto.Em março, este blog tentou  acessar o local onde o curso é ministrado, mas foi barrado antes de entrar. Uma funcionária informou que o diretor-presidente do IMTT, Raphael Siqueira, proibiu os envolvidos no curso de prestrar qualquer informação sobre a sua realização. Até uma equipe do jornal Em Tempo já foi barrada. Tudo esta preocupação em esconder o curso aumenta a suspeita sobre sua finalidade.

O Sindicato dos Agentes de Trânsito e Fiscais de Transporte de Manaus (Sindtran) já denunciou o curso a Procuradoria Regional do Trabalho (MPT), ao Ministério Público Estadual e a Câmara Municipal de Manaus (CMM).



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h15
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Empresa diminui frota da linha 300

 

 

 

 

A empresa Transamazônia (antiga Eucatur) reduziu os ônibus que operam na linha 300 de 12 para apenas 5 veículos, como foi verificado na tarde de ontem (06/05) pela reportagem no blog. O resumo operacional do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) estabelece a frota da linha de sete veículos durante todo e cinco no sistema de turno único (T.U.). Os T.U.´s são os ônibus que operam somente em horários de pico, fazem algumas viagens pela manhã e outras no final de tarde, onde a demanda de passageiros é maior.

Desde março os veículos T.U.´s da linha 300 operam apenas no horário da manhã sendo remanejados para a  linha 640 do Terminal 4 (Jorge Teixeira) à tarde.



Escrito por Fiscais do IMTT às 13h54
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Acaba agonia dos usuários sem ônibus, por enquanto

O Procurador -chefe da Procuradoria Regional do Trabalho (PRT), Jorciney Nascimento, comunicou após uma reunião de conciliação entre os rodoviários e as empresas de transportes  que  greve da categoria está encerrada. Os trabalhadores aceitaram a proposta de 4% de reajuste salarial, 10% na cesta básica e 20% no vale-alimentação dos rodoviários.  Salário de motoristas será R$ 1.507,57. Cobrador: R$ 753,27. Cesta básica da categoria vai para R$ 136,40 e vale para R$ 7,44. As informações são do twitter do jornal A Crítica.



Escrito por Fiscais do IMTT às 11h33
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Greve dos Rodoviários está suspensa

Hoje por volta de 5h da manhã, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Josildo de Oliveira, acatou liminar na justiça do trabalho e suspende a paralisação no sistema de transporte programada para acontecer hoje.

No documento, o sindicato é informado que o prazo de 72 horas para comunicar com antecedência sobre a paralisação ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) não foi cumprido pela entidade. Josildo nega a possível irregularidade. " Nossa assembléia para decidir sobre a greve foi realizada na segunda-feira", retruca o sindicalista. De acordo com a liminar, este prazo regulamentar expira ainda hoje às 14h42m. A liminar determina ainda R$ 50 mil de multa por hora caso a greve seja mantida antes do horário determinado.

O Sindicato dos Rodoviários promete recorrer e, caso não consiga caçar  a liminar até o horário determinado pela justiça, ainda hoje o movimento de paralisação irá acontecer à tarde no Centro da cidade.

O prazo para o dissídio coletivos dos Rodoviários encerra hoje. Os trabalhadores querem um reajuste salarial de 10%  além de plano odontológico e aumento do vale refeição para R$ 10, hoje o benefício é de R$ 6,20.

Por volta de 4h35m a empresa Transamazônia (antiga Eucatur), na zona norte da cidade, teve as atividade paralisadas por causa da ameaça  de greve. O próprio presidente do Sindicato dos Rodoviários estava  na porta da garagem. Pouco tempo depois Josildo recebeu a liminar e suspendeu o movimento de paralisação.



Escrito por Fiscais do IMTT às 06h22
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Farmácias gratuitas foram mal projetadas


A falta de sensibilidade das empresas de transportes apenas aumenta o problema

Por Álisson Castro

Desde que as Farmácias Gratuitas entraram em operação nos Terminais de Integração o problemas do acesso é alvo de críticas de quem vai em busca de remédios nestes locais.  Na matéria no jornal Em Tempo, é destacado o Terminal 3, mas nos terminais de integraçao da zona leste, um localizado no Jorge Teixeira (T-4) e outro no São José (T-5) o problema se repete. Neste locais, as salas onde as farmácias funcionam há espaço para a instalação de um guichê  para o atendimento das pessoas que estão dentro dos terminais. Solução que deveria ter sido pensada na execução do projeto pelos técnicos da Prefeitura.

No Terminal 3  não há esta possibilidade de acesso pois atrás da sala onde a Farmácia foi instalada, há um almoxarifado usado por funcionários da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp). Aliado a este problema estrutural, há a falta de bom senso da empresa Transmazônia (antiga Eucatur) que ordenou a seus fiscais que não permita que as pessoas deixem o terminal de integração para ir à Farmácia Gratuita retornem sem pagar uma segunda passagem.



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h29
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Farmácias gratuitas com dificuldade no acesso

NÁIS CAMPOS
Equipe do EM TEMPO
nais@emtempo.com.br

Um mês após a Prefeitura de Manaus entregar as três primeiras farmácias de distribuição de medicamentos gratuitos, usuários reclamam da acessibilidade aos postos instalados nas dependências dos terminais de ônibus. Na denúncia mais grave, quem necessita do serviço no T-3, localizado na Cidade Nova, Zona Norte, observa que é preciso sair do terminal para ter acesso à farmácia, o que implica em mais custo.

O EM TEMPO esteve, ontem pela manhã, no local e constatou a irregularidade. “Fica difícil para quem não dispõe de muitos recursos, pois é preciso pagar outra passagem se precisar retornar ao terminal”, reclamou a funcionária pública, Maria Oliveira, 33.

Essa falta de acesso aos postos conflita com a ideia inicial em instalar as farmácias nos terminais rodoviários. Em setembro do ano passado, quando foi anunciada a construção dos estabelecimentos, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) reforçou que a escolha dos locais obedecia ao critério da facilidade. “Mas, não é o que presenciamos, uma vez que, aqui na Cidade Nova, o posto fica do lado de fora do terminal. Hoje, por exemplo, não tenho o dinheiro da passagem de volta”, afirmou uma estudante que preferiu não se identificar. Ela saiu do local sem os remédios que precisava.

Fiscais da empresa responsável pela cobrança da tarifa do transporte coletivo dentro dos terminais confirmaram que vários usuários deixam de retirar os medicamentos por não possuírem dinheiro para custear as passagens de ônibus no retorno para o ponto. “Ficamos sensibilizados, mas não é permitido o retorno ao terminal sem o pagamento de outra passagem”, frisou o fiscal da Eucatur, Luiz Armando Freitas, 21.

Nas duas outras unidades da Farmácia Gratuita, nos terminais do Jorge Teixeira e São José, ambos na Zona Leste, os usuários encontram a mesma dificuldade. “É inviável para as pessoas de baixa renda pagar duas vezes para a retirada de um medicamento”, garantiu o autônomo, Valdemir Marques, 25.

Três bairros

A Semsa estuda a possibilidade em estender, até junho, os serviços de entrega gratuita de medicamentos a mais três bairros da capital: Centro; Compensa, Zona Oeste, e  Educando, Zona Sul. Nos primeiros postos entregues, em março, a secretaria informou que foram investidos mais de R$ 700 mil, entre obras e aquisição dos produtos, e mais R$ 2 milhões serão gastos por ano para abastecimento das farmácias. Na rede de distribuição são ofertados 84 itens, como os populares Captopril, para tratar hipertensão; Insulina Humana – NPH (diabetes) e Fluxetina (depressão). Para ter acesso aos remédios as pessoas devem apresentar receituário de médicos credenciados no Sistema Único de Saúde (SUS) e das Unidades Básicas de Saúde do município (UBS).

Semsa pede que IMTT interceda

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informou que já foi comunicada a respeito da dificuldade que os usuários estão encontrando, nos terminais de ônibus, para ter acesso às Farmácias Gratuitas. Por conta disso, no último dia 22, a Semsa formalizou ao Instituto Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (IMTT), por meio do Processo 2010/1637/2258, um pedido para que interceda junto à empresa Eucatur – que controla o acesso dos passageiros às áreas de embarque e desembarque daqueles terminais, por meio de catracas –, a fim de que sejam adotadas soluções no sentido de facilitar o acesso dos usuários às farmácias. A Prefeitura já está tomando as devidas providências, para resolver a questão no menor prazo possível.



Escrito por Fiscais do IMTT às 16h26
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Terceirizado e caro

Monica Prestes
especial para A CRÍTICA

Manaus tem 193 agentes de trânsito que custam aos cofres da Prefeitura em torno de R$ 160 mil por mês, ou seja, uma média de R$ 8,50 por hora. Isso é menos de 40% do efetivo recomendado pelo Departamento Nacional  de Trânsito (Denatran) para cidades com frota de quase 500 mil veículos, que é de 500 agentes.

Agora, a prefeitura está estudando a contratação de outros 20 “orientadores de trânsito”, por meio da empresa Consladel, por R$ 31,20 a hora, quase quatro vezes mais do que paga aos azuizinhos. Essa verba seria o suficiente para contratar mais de 300 agentes de trânsito a R$ 8,50 por hora, como o Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT) vem fazendo desde 2004, ano do último reajuste da categoria, lembrou o presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito (Sindtran), Sandro Moacir.

“Esse absurdo me faz sentir desprestigiado como profissional e até abandonado depois de 11 anos de trabalho. Com essa verba, dava para acabar com o déficit de agentes, fazer capacitações e organizar, enfim, o trânsito da cidade, de forma planejada”, criticou.

Os valores constam na planilha orçamentária apresentada à prefeitura no segundo semestre de 2009 pela empresa Consladel, vencedora da licitação concluída em janeiro para a prestação de serviços de segurança, manutenção, conservação e apoio à engenharia de trânsito do sistema viário de Manaus.

Na planilha, cujos valores deram a vitória na licitação à empresa paulista, a Consladel oferece à prefeitura, pelo valor de R$ 2.695.680,00, a contratação dos 20 “orientadores de trânsito”. No total, a contratação de todo o “pessoal” de Operação de Trânsito custará mais de R$ 3,9 milhões mensais, divididos em R$ R$ 235 mil para o pagamento de um engenheiro supervisor e R$ 1 milhão para cinco supervisores de campo, além dos orientadores. Nem a prefeitura nem a Consladel explicaram por qual período de tempo esses valores se referem.

“Enquanto isso, continuamos há seis anos sem reajuste e com as mesmas condições de trabalho de 2004, nenhuma melhoria. A cada mês, dois a três agentes deixam a profissão, desacreditados”, lamentou Moacir.

Segundo ele, muitos agentes, descrentes em melhorias nas condições de trabalho ou reajustes, têm se inscrito em concursos públicos. No último  da Policia Civil, 20 agentes aprovados aguardam a convocação para assumir o novo cargo e deixar o IMTT.



Escrito por Fiscais do IMTT às 15h24
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Ônibus retido com placa de veículo de passeio


Placa irregular em ônibus da Vitória Régia

Do Blog do Sindtran

Operação de rotina realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-319, na última terça-feira (20/04) reteve três ônibus da linha 653–T-4/T5/Ceasa operada pela empresa Vitória Régia.  Quando os Policiais Rodoviários verificaram a documentação dos veículos perceberam que um deles usava uma placa irregular que deveria estar em um carro Volkswagen, modelo Cross Fox. No Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV), documento que funciona como uma “carteira de identidade” dos veículos, constava que o ônibus com o número de ordem 10706067 deveria está  com a placa  JXK1783, mas no momento da verificação pelos Policiais Rodoviários, a placa fixada era a JXK1683.

Os Policiais encaminharam o caso ao 7º. Distrito Integrado de Polícia (Dip) , onde o delegado registrou um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO). A polícia civil ficará responsável pela ação criminal que a empresa Vitória Régia irá responder.

No pátio do Distrito Policial não havia espaço para alocar o ônibus  e o veículo permanece no Posto da PRF na BR-319. Os outros dois veículos retidos estavam sem o CRLV durante a fiscalização da PRF. A liberação deles acontecerá quando a empresa Vitória Régia apresenta o documento obrigatório.  Hoje (20/04) por volta das 16h um deles já havia sido liberado. O outro sem o CRLV (número de ordem 10706069, placa JXY5146) e o da placa irregular continuavam retidos pelo menos até às 17h30m de hoje quando a reportagem esteve no posto da PRF.


Veículo sem documentação obrigatória

Segundo a assessoria de Comunicação da PRF regional, este tipo de fiscalização é rotineira e a seleção dos veículos a serem vistoriados é feita por amostragem.

A reportagem do Blog do Sindtran tentou falar com a Viação Vitória Régia. Pelo telefone 3647-22XX, contactamos o Sr. Roberto do setor comercial da empresa. No entanto, este nos informou que o assunto não podia ser tratado com ele e sugeriu que ligássemos para o telefone 3647-2XX0, mas o atendente disse que naquele horário (20h30m) não havia ninguém que pudesse falar sobre a retenção dos veículos e sugeriu que tentássemos ligar durante o horário comercial entre 9h e 17h.



Escrito por Fiscais do IMTT às 23h26
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Há dez anos um único rádio


Em 10 anos de atividades, os agentes de trânsito não têm nada a comemorar. Sem reposição salarial há 6 anos, sem viaturas próprias de operação, com motocicletas sucateadas e fardamentos velhos e sem calçados, o equipamento de rádio retrata bem a evolução que a categoria obteve nesta década de existência em Manaus.

Para conhecimento do público existe um único rádio para operações há 10 anos. A cidade cresceu, o número de veículos aumentou consideravelmente, a população aumentou também e não se tem uma central de operações municipal, com uma estrutura razoável para atender a cidade.

Para os mais otimistas, o único rádio é algo que se deve comemorar, ainda mais com um PC ao lado. Afinal, as viaturas oficiais de operação, fardamentos adequados, material de segurança necessário para as atividades já não existem há bastante tempo, o rádio é a única peça que perdurou todo esse tempo para as atividades, mesmo que precárias.

Para os realistas, a existência de um único rádio em funcionamento demonstra a falta de visão dos administradores do IMTT, que tratam o trânsito de Manaus como se fosse “brincadeira”. Cada um que entra para comandar faz o que quer como bem quer.

É a certeza que se tira deste fato é o desrespeito ao profissional da autarquia, extensivo também aos munícipes que pagam seus impostos por uma cidade melhor.



Escrito por Fiscais do IMTT às 23h19
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O ambiente de trabalho é assim…para pior


Isso mesmo caro leitor! O que você está vendo é o Núcleo de Operações do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT). Coisa de causar arrepios aos técnicos em eletricidade, de manutenção ou de segurança do trabalho.

Este é o descaso da administração municipal com o setor que deveria monitorar, de forma adequada, as ocorrências da cidade.

São fios suspensos com clipes de papel ou com durex, conectores pendurados incorretamente, fios entrelaçados por trás dos computadores e bases de tomadas sem a devida proteção, expondo as pessoas aos potenciais riscos de acidente, tudo por causa da irresponsabilidade de administradores que não têm compromisso com a instituição da qual comandam.

Talvez, ao observarem a situação, justifiquem que tomarão as providências necessárias para saná-las ou que tudo isso seja culpa da administração passada. “Desculpas” não deixarão de ter.

A verdade é quem deve tomar a frente para mudar este fato é a gerencia do setor. Esta deveria acionar a chefia, que por sua vez, comunicaria a diretoria para resolver essa calamidade. Todavia, a gerencia não faz nada porque está mais preocupada em fiscalizar as “horas-extras” dos agentes de trânsito para saber se o individuo chegará ou não ao patamar de 76 horas.  Tá preocupada em fazer inúmeros trabalhos dos quais não lhe competem e o setor que deveria gerir, a cada dia, fica mais deteriorado.

Leitores, isso é o IMTT. Isso é a metade do IPVA do seu veículo ou a arrecadação das multas aplicadas pelo órgão. Uma vergonha

Previsão de mudar? Neste cenário todos os dias as coisas mudam…mas para o pior.



Escrito por Fiscais do IMTT às 23h16
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Debate sobre segurança pública

A Paróquia Nossa Senhora dos Remédios promove amanhã, às 18h30m, na Igreja dos Remédios,  um debate sobre a segurança na área do Centro. É esperada  a presença de moradores e comerciantes da região, bem como todas as pessoas interessadas na segurança pública.

Estará presente ao evento o responsável pela segurança pública do Estado do Amazonas, que ouvirá os participantes e os levará aos órgãos responsáveis. Tem-se por objetivo que providências necessárias sejam tomadas.



Escrito por Fiscais do IMTT às 15h30
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Contas de Siqueirinha podem ser bloqueadas

O jornal Diário  do Amazonas, na coluna Claro & Escuro, em sua edição de hoje (19/04)  publicou que o advogado José Geraldo de Freitas pediu o bloqueio das contas do diretor-presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (MTT),  José Raphael Siqueira Filho, além da prestação de contas do dinheiro recebido e a suspensão do pagamento do dinheiro oriundo do acordo entre Siqueira e a Prefeitura de Manaus.

O advogado requer uma parcela do pagemento pela indenização do terreno. Ele alega que teria comprado parte do terreno.



Escrito por Fiscais do IMTT às 15h30
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Confusão nas antigas linhas 014 e 015

Imtt muda números de linhas e confunde usuários

Quem precisou utilizar as linhas de ônibus 014 e 015 neste final de semana teve que ter muita paciência para entender as mudanças que ocorreram neste sábado (17/04). O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) trocou os números destas linhas e a população não foi avisada. O resultado foi muita confusão e pessoas embarcando em ônibus errados.

Antes, havia duas rotas para cada uma das linha 014, operada pela empresa Vitória Régia e 015, operada pela empresa Transamazônia (antiga Eucatur). Um 014 passava pelo Efigênio Sales e outro 014 tinha uma rota diferente, passando pela avenida André Araújo (conhecida também por Estrada do Aleixo), o mesmo acontecia com a 015.

Desde o último sábado, as duas linhas foram desmembradas em quatro, sendo mantidas as rotas originais. A linha 014 que passa pela avenida André Araújo, continua sendo denominada de 014, mas a antiga 014 que passa pelo Efigênio Sales passou a ser denominada de 015.

Já a antiga linha 015 mudou totalmente de denominação: a linha 015 que passa pela André Araújo passa a ser chamada de 016 e a que atende à avenida Ephigênio Salles, agora é a 017.

Hoje pela manhã no Terminal 3 (Cidade Nova), usuários não sabiam em qual linha embarcar e a fiscalização do IMTT teve que ficar próxima a fila para evitar inconvenientes aos usuários, mas o problema maior estava fora dos terminais. Diversos passageiros embarcaram em ônibus errados e tiveram que desembolsar dinheiro a mais para chegar a seus destinos. Dentro dos coletivos não havia nenhum comunicado sobre as mudanças.

Estas linhas partem do bairro Cidade Nova e passam pelos bairros Planalto, Redenção, Vila da Prata, Compensa, Adrianópolis, Aleixo, São José, Zumbi dos Palmares e Multirão.  O trajeto chegar a durar três horas para ser completado.



Escrito por Fiscais do IMTT às 15h29
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