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Micro-ônibus apreendidos 
Luiz Vasconcelos Os ônibus possuem placa cinza e, portanto, não são registrados e não têm licença para transportar passageiros Monica Prestes Especial para A CRÍTICA Quatro micro-ônibus da Cooperativa de Serviço de Transporte Executivo e Alternativo do Amazonas (CSTEAAM) que vinham fazendo o transporte executivo de passageiros, mesmo sem licença do Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT) para operar, foram apreendidos ontem por fiscais do órgão durante uma operação de rotina onde são vistoriados a documentação, as condições e o número de passageiros dentro do veículo. Segundo a diretora de trânsito do IMTT, Edna Cavalcante, os fiscais apreenderam apenas um dos quatro veículos quando ele passava pela parada de ônibus que fica em frente ao Carrefour de Flores, na Zona Centro-Sul, por volta das 8h, por estar rodando irregularmente. “O ônibus possui placa cinza e, portanto, não é registrado no IMTT e não tem licença para transportar passageiros, assim como os outros da mesma cooperativa”, explicou. Diante da irregularidade, o veículo foi levado pelos fiscais até a sede do IMTT, na Rodoviária de Manaus, onde ficou apreendido. Segundo Edna Cavalcante, os outros três veículos da mesma cooperativa acabaram sendo detidos em seguida porque os motoristas, avisados pelos funcionários do micro-ônibus apreendido, decidiram ir até a sede do instituto protestar contra a apreensão do veículo do colega. “O problema é que esses outros ônibus que vieram ao instituto para protestar também não têm licença para rodar e dois deles têm placas cinzas. E um ainda entrou aqui em alta velocidade, com os passageiros dentro e pela contra-mão”, alegou. De acordo com a diretora de trânsito, os três micro-ônibus que possuem placa cinza seriam levados para o parqueamento do instituto, no bairro da Paz. E para serem liberados, os proprietários deverão pagar multa de R$ 31 UFM por circular sem autorização da prefeitura, além da diária do parqueamento. “E ainda terão que fazer todas as adequações, como trocar pneus carecas e tirar aquela pintura que caracteriza o transporte executivo, pois é irregular.” O quarto veículo, que possui placa vermelha mas pertence à mesma cooperativa que não tem autorização para operar, deve ser mantido no órgão até a análise de todos os documentos e também da placa. “Se ele também estiver irregular, apesar da placa vermelha, vai para o parqueamento”, afirmou Edna Cavalcante. Segundo o IMTT, o motorista que dirigiu um dos micro-ônibus até o IMTT em protesto, com os passageiros dentro, teve a habilitação e os documentos do veículo detidos e foi obrigado a deixar todos os passageiros nos pontos antes de retornar ao instituto para reaver sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O ônibus ficou apreendido.
Escrito por Fiscais do IMTT às 15h21
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Muita conversa, pouca solução No último domingo (15/11), o jornal Diário do Amazonas publicou mais uma reportagem sobre o transporte pirata em nossa cidade. (página 18, Caderno Amazonas). Em entrevista, a diretora de transporte disse que o número de fiscais é insuficiente para fazer uma fiscalização eficiente. Contudo, nem a presidente nem a diretora, não fizeram absolutamente nada para aumentar esse contingente. Ao contrário, vêm suprimindo horas extras dos fiscais sem a menor necessidade, pois, nosso orçamento tem margem com folga. Não há necessidade para tal economia em cima de pobres e maus remunerados fiscais. Seguindo a reportagem, a nobre diretora, mais uma vez, equivoca-se quanto ao numero de fiscais, falou nque havia 60 fiscais de transporte no IMTT, mas a dura realidade é que, segundo a escala atual, só consta 40 para os três turnos, para fiscalizar mais de 1.300 ônibus, algo humanamente impossível. Falou-se ainda em prender os veículos piratas e ilegais, atitude de bom senso, mais acredito que os fiscais de transporte não tem todo esse poder, pois não somos autoridade de transito e sim administrativa, ou mais precisamente em checar legalidade do veiculo, e se o mesmo esta habilitado para trafegar no que concerne sua concessão. Acredito ser um tanto perigoso, colocar fiscal de transporte para fazer esse tipo de trabalho, pois corremos sério risco. Portanto, toda vez que se entrevista algum de nossos tecnocratas aqui do IMTT, nunca houve a solução para os problemas abordados, mais sim muitas desculpas, e isso nosso cliente (contribuinte) já não agüenta mais. E de extrema necessidade que tenhamos um projeto um plano de metas um norte. Ousamos deixar o empirismo, e partir para solução disciplinadamente com planejamento, para que esses gargalos sejam coisa do passado.
Escrito por Fiscais do IMTT às 13h55
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Sindtran convoca assembleia para definir paralisação O Sindtran anuncia a realização de uma assembléia geral extraordinária que será realizada no próximo dia 26. Ao que tudo indica, uma greve deverá ser decidida pelos associados do sindicato. O não cumprimento do pagamento da nivelamento salarial e os cinco anos sem reajuste devem ser o estopim para o movimento grevista. No que diz respeito ao nivelamento salarial – por sinal, uma matéria já decidia pela justiça a favor dos funcionários – o problema é mais grave: o IMTT não tem cumprido as determinações judiciais e parece, querer brincar com as determinações da justiça. Veja o edital publicado no jornal A Crítica do dia 12 de novembro: 
Escrito por Fiscais do IMTT às 01h45
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Golpe no bolso do usuário: mais um trabalho de Amazonino

A decisão de transformar os Terminais 1 (Constantino Nery) e 2 (Cachoeirinha) em pontos de paradas comuns (sem o direito a integração) foi tomada pelo próprio Sinetram. No último dia 04 de novembro, os fiscais do primeros turno do Terminal 1 tomaram um susto quando chegaram ao local e encontraram enormes placas informando a mudança que ocorrerá em breve. O jornal Em Tempo procurou o IMTT e falou com um gerente do instituto que disse não saber de nada sobre este assunto. Quando o fato já estava na boca do povo, o IMTT, ao invés de tentar revertar a informação e cobrar explicações do Sinetran, simplesmente aceitou a mudança.
O instituto planejou, às pressas, uma pesquisa nos terminais para mensurar o número de pessoas que usam o local para fazer integração com outras linhas de ônibus. A intenção é procurar alguma justificativa para o injustificável. Hoje existe uma série de restrições ao uso da integração temporal. O ditado comum entre os usuários é que a integração temporal passou a ser uma questão de sorte. Com isto tudo acontecendo, e a população aceitando apanhar calada, só os empresários de ônibus é quem saem ganhando. Fica a impressão de que os empresários mandam e o IMTT só obedece.
Escrito por Fiscais do IMTT às 00h58
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A ficha corrida de Gurgacz “Tubarões do transporte”
O apelido é mais um atribuído ao empresário Acir Gurgacz (PDT), conhecimento também como “Cascavel” em alusão à sua empresa de ônibus. O jornal Maskate de Manaus se refere a Acir como “tubarão do transporte” na capital amazonense, protegido por antigas oligarquias políticas. O jornal repercute o Congresso em Foco quando fala da folha corrida do empresário no Amazonas, Rondônia e Paraná. As acusações vão de estelionato, crime ambiental a pedidos de indenização por danos materiais e morais.
Segredo de justiça
Segundo o informativo, uma investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no Amazonas acusa o “Cascavel” juntamente com três familiares, de ter fraudado um empréstimo de quase R$ 20 milhões do Banco da Amazônia (Basa). O grupo responde por estelionato, falsidade ideológica e uso de documento falso. A investigação da PF concluiu que mais de R$ 3 milhões foram usados irregularmente pelo empresário e seus familiares, após a liberação de um financiamento de R$ 19 milhões pelo banco federal em Manaus, sede da Eucatur. Estelionatos e falsificação
Origem da fraude
O jornal prossegue dizendo que a investigação da Polícia Federal começou em 2006, após o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de o Amazonas ter encontrado discrepâncias nos números dos chassis dos ônibus da empresa. Os sócios da Eucatur apresentaram ao Basa sete ônibus articulados como se tivessem sido fabricados em 2004, mas perícia determinada pela Justiça atestou que os chassis dos veículos eram de 1993. Como o dinheiro era de origem federal, a PF entrou no caso. O banco deu à Eucatur R$ 290 mil para a compra de cada ônibus. Cada chassi, no entanto, custou à empresa R$ 12 mil, de acordo com as investigações. Ainda segundo a denúncia, para não chamar a atenção, os ônibus recebiam uma carroceria nova.
Mais mentiras
O Maskate aponta que o inquérito indica ainda que a Eucatur fraudou o pagamento de combustível ao declarar ter pago valor maior em relação ao efetivamente desembolsado na compra de combustível com crédito expedido pelo banco. Na época, a Polícia Federal apreendeu computadores e jóias na casa de Gurgacz, em Manaus. Já na casa de seu pai e sócio, em Cascavel (PR), os agentes apreenderam documentos e US$ 13 mil. Ainda na capital amazonense sete ônibus articulados foram lacrados na sede da empresa.
Escrito por Fiscais do IMTT às 01h45
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Dono da Eucatur vira senador e alvo da grande imprensa 
O novo senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defendeu nesta quinta-feira a aprovação do projeto que prevê "ficha limpa" para os parlamentares que assumem os mandatos no Congresso. Ele responde a mais de 200 processos na Justiça comum e Eleitoral.
Na Justiça Eleitoral de Rondônia, o novo senador responde a um processo por abuso de meio de comunicação. Ele é acusado de usar um jornal da sua família para promoção da sua candidatura nas eleições de 2006.
Acir Gurgacz tomou posse no Senado no lugar de Expedito Junior após fim de recurso. O senador argumenta que o processo foi devolvido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ao Estado para a inclusão do suplente, mas disse ser inocente das acusações.
Contra a empresa de Gurgacz, Eucatur, também tramitam centenas de processos judiciais, mas o senador considerou natural uma vez que há cerca de 11 mil funcionários vinculados à empresa. "É normal que existam demandas judiciais. Num quadro de 11 mil funcionários, 200 [processos] são normais", afirmou.
O parlamentar assumiu hoje uma cadeira no Senado depois que o senador Expedito Júnior (PSDB-RO) retirou recurso encaminhado à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na tentativa de preservar o seu mandato.
"É uma questão importante para o país defender esse projeto. A população merece isso [ficha limpa], sou inteiramente a favor", afirmou.
Gurgacz também disse ser contrário ao chamado "foro privilegiado", que permite aos parlamentares responderem a processos judiciais em instâncias superiores.
"Não sou a favor do foro. Há coisas que precisam ser revistas. Espero mostrar à população a maneira com que vou atuar, com muita seriedade", afirmou.
Polêmica
Gurgacz assumiu o mandato depois de uma semana de polêmica com Expedito Júnior, que recorreu à CCJ para preservar o seu mandato. O STF (Supremo Tribunal Federal) havia determinado na semana passada que o Senado empossasse Gurgacz imediatamente no cargo, mas a Mesa Diretora da Casa acatou recurso de Expedito para que o caso fosse levado à CCJ.
Com a manobra, a posse de Gurgacz, prevista para terça-feira, ocorreu somente na quinta-feira passada (05/11). A decisão da Mesa recebeu críticas de juristas e ministros do STF que consideraram uma "afronta" o Legislativo descumprir decisão do Supremo.
Em meio ao desgaste, Expedito decidiu hoje retirar o recurso da CCJ, o que permitiu a posse de Gurgacz. O novo senador disse que ficou "aliviado" com a decisão de Expedito por considerar "justiça" a sua posse no Senado.
"Foram dois anos de luta, entre o TSE e o STF. Hoje eu me sinto com a sensação de responsabilidade muito grande diante da minha atuação aqui no Senado", afirmou.
Expedito Júnior foi cassado pelo TSE no ano passado pela acusação de compra de votos. Com recursos, o parlamentar conseguiu preservar o mandato até o STF acatar mandado de segurança de Gurgacz para assumir a cadeira no Senado.
Escrito por Fiscais do IMTT às 01h43
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AMAZONINO É ALVO DE MAIS UMA DENÚNCIA POR CRIME ELEITORAL
Quem foi que chamou alguém de propineiro? 
Do jornal A Crítica O Ministério Público Federal (MPF-AM) encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) uma denúncia contra o prefeito de Manaus Amazonino Mendes (PTB) por suposta prática de crime eleitoral envolvendo doação de terrenos a eleitores durante a campanha de 2008. O pedido para a instauração de inquérito policial foi assinado pelo procurador eleitoral Athayde Ribeiro da Costa e distribuído ao juiz da Corte do TRE-AM, Elci Simões. O caso passou a ser investigado pela Polícia Federal em meados de agosto depois que Mark Jackson de Souza Vasconcelos procurou o MP e relatou ter trabalhado voluntariamente na campanha de Amazonino sob a promessa de que caso Amazonino fosse eleito prefeito, o denunciante teria um cargo na administração municipal. Mark atuou promovendo o cadastro de eleitores que, segundo ele, seriam beneficiados com ações do programa de habitação do Governo Federal “Minha Casa. Minha Vida”. No documento encaminhado pelo MP à PF e ao TRE-AM, o denunciante diz que lotes da comunidade “Águas Claras”, teriam sido prometidos aos eleitores, caso Amazonino ganhasse a eleição para a Prefeitura. As investigações do caso foram conduzidas pelos delegados federais Wesley Aguiar e Roberto Câmara da Costa.
Cadastro contém nomes de 48 pessoas O autor da denúncia encaminhou ao MPF um cadastro com o nome de 48 pessoas, a maioria delas moradoras da comunidade Nossa Senhora de Fátima, Zona Leste. No documento, há informações sobre os números dos títulos de eleitores, seção e zona eleitoral dos cadastrados, bem como dados de RG e CPF. As pessoas inscritas informavam também as condições de moradia, se o imóvel era próprio, alugado ou cedido. De acordo com o denunciante, os formulários teriam sido preenchidos em outubro do ano passado e todas as informações eram repassadas a uma senhora conhecida apenas como “France” que segundo ele, encaminhava os dados ao coordenador do programa de cadastramento dos eleitores na época, o senhor José Aparecido que atualmente é secretário da pasta de Produção e Abastecimento (Sempab), da Prefeitura de Manaus. A reportagem de A CRÍTICA tentou ouvir José Aparecido no número 88XX-XX68, mas as chamadas não foram atendidas. Gasolina
Esse é o 2º inquérito policial instaurado contra o prefeito Amazonino referente às eleições municipais de 2008. O primeiro deles trata da distribuição de combustível e resultou na cassação do registro dele e do vice-prefeito Carlos Souza. O caso ainda está sob a análise do TRE-AM e da Polícia Federal.
Escrito por Fiscais do IMTT às 02h15
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DESATIVAÇÃO DOS TERMINAIS DE INTEGRAÇÃO Empresas de ônibus querem ganhar tudo e um pouco mais
Fonte: Portal Amazônia, com informações da CMM
O vereador Elias Emanuel (PSB) questionou na manhã de hoje (04), durante discurso na Câmara Municipal de Manaus (CMM) se a destaviação dos terminais de ônibus instalados na Avenida Constantino Nery e no Bairro da Cachoeirinha não é 'apenas mais um passo para o sumiço do dinheiro na catraca'. Ele citou as manchetes de jornais locais. O parlamentar quer saber qual será o impacto da desativação dos terminais e quantos passageiros usam dinheiro para pagar a tarifa. Para o parlamentar, a medida é razoável, mas deve ser adotada 'com o freio de mão puxado'. Em aparte, o vereador José Ricardo (PT) considerou que a decisão da prefeitura vai na contramão do que o povo quer para melhorar a questão do trânsito. Ele também questionou quais os impactos ao custo geral do sistema. -Queremos saber até que ponto isso beneficia o cidadão-, afirmou.
Para o vereador Joaquim Lucena (PSB) o vereador Elias estaria sendo bom ao acreditar que a diretora do IMTT pode dar uma resposta positiva para a população de Manaus.
-Na realidade, o fim da integração temporal foi decretada há muito tempo. Isso aqui é mais uma medida que está sendo tomada para prejudicar a população, afinal tudo o que os empresários quiseram, eles conseguiram", disse, complementando que tem certeza que em alguns dias a domingueira (assim chamada porque aos domingos o preço da tarifa tem redução de 50%) também acabará.
Escrito por Fiscais do IMTT às 18h34
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Rotas de ônibus deverão ser discutidas com população 
Hoje as mudanças nas rotas de ônibus são feitas à revelia da comunidade e, geralmente, atendem a pedidos das empresas de ônibus. Não é à toa que estas empresas gostam de oferecer presentinhos as pessoas responsáveis por esta mudança. Bem, o vereador Hissa Abrahão quer acabar com esta farra. Ele apresentou hoje um projeto que dispõe sobre a necessidade de consulta à população, com a realização de audiência junto às comunidades envolvidas, antes da alteração das linhas integrantes do Sistema Integrado de Transporte Coletivo Público de Passageiros de Manaus. Segundo um dos itens do projeto as audiências com as comunidades deverão ser realizadas 30 dias antes da efetiva implantação da alteração.
O mesmo vereador também apresentou outro projeto que dispõe sobre a afixação de placa contendo informações sobre o motorista, o cobrador e a empresa ou cooperativa nos veículos que operam na Rede Pública Municipal de Transporte Coletivo de Passageiros. De acordo com a redação da matéria, tais determinações devem ser afixadas em local de alta visibilidade em letras legíveis contendo o nome do motorista e seu respectivo registro funcional. Já o segundo projeto dispõe sobre a necessidade de consulta à população, com a realização de audiência junto às comunidades envolvidas, antes da alteração das linhas integrantes do Sistema Integrado de Transporte Coletivo Público de Passageiros de Manaus. Segundo um dos itens do projeto as audiências com as comunidades deverão ser realizadas 30 dias antes da efetiva implantação da alteração.
Escrito por Fiscais do IMTT às 18h24
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Intensificam-se boatos sobre saída da atual presidente do IMTT Desde que a atual diretora-presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), Ivete Ivo Barros, assumiu o cargo, houve comentários de que seria uma ocupação provisória. No entanto, após sete meses, ela continua firme e forte, ou pelo menos, continuava, de acordo com os comentários de que até quarta-feira sua exoneração será publicada no Diário Oficial do Município. É esperar para ver. A administração de Ivete Barros à frente do IMTT, desde o início, foi recheada de polêmicas. O jornal Diário de Amazonas denunciou que ela teria indicado seu irmão para assumir um cargo comissionado. Sua relação com os funcionários sempre foi de amor e ódio. Em geral, mais de ódio. Conhecida pelo temperamento forte, Ivete Barros, exigia o possível e o impossível de seus gerentes e chefes de departamentos do instituto. O resultado: construiu uma enorme rejeição entre seus subordinados. Embora ela sempre defenda que assim é o seu jeito de trabalhar: cobrar o máximo de resultados. Os nomes mais cotados para assumir o comando do instituto são: Raphael Siqueira, ex-diretor do Detran-Am em meados da década de 90 e é um incognita para os funcionário do IMTT; e, Orleilson Guimarães, que já presidiu o antigo EMTU em 2004, e que, aparentemente, não bate bem da cabeça.
Escrito por Fiscais do IMTT às 18h50
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Finados contou com fiscalização em peso Diferente do feriado da Semana da Pátria, ontem os fiscais de transportes do IMTT trabalharam com cerca de 20 pessoas nos cemitérios da cidade. A função era orientar os usuários de transporte coletivo e colaborar na fluidez do trânsito. Será que a atual diretoria do IMTT percebeu a importância dos fiscais em grandes eventos?
Escrito por Fiscais do IMTT às 18h13
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Prefeitura realiza fiscalização nos microônibus 
Seis microônibus multados por excesso de passageiros e dois por não cumprir a nova tarifa foi o resultado da fiscalização realizada nesta segunda feira (28), por fiscais do Instituto de Trânsito e Transporte Urbano (IMTT). A fiscalização, que se estenderá por toda a semana, tem o objetivo de verificar o cumprimento da tarifa de R$ 3 e coibir excesso de passageiros dentro dos veículos.
Durante a fiscalização, os fiscais orientaram os motoristas a retirar as inscrições de itinerário no para-brisa dianteiro do micro-ônibus. A determinação do IMTT é que os veículos divulguem apenas o número e o nome da linha na parte superior do vidro. A partir de quarta-feira (30), os fiscais vão multar os veículos que descumprirem essa orientação.
A tarifa de R$ 3 foi determinada na última quinta feira (24), em decreto assinado pelo prefeito Amazonino Mendes. A multa para quem descumpre a tarifa é de 16 UFMs (R$ 960,64) e para os veículos com excesso de passageiros é de 2 UFMs (R$ 120,08).
Escrito por Fiscais do IMTT às 20h03
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Operação Calçada Limpa da Prefeitura percorre o bairro da Praça 14 Fonte: Portal da Prefeitura A Prefeitura de Manaus realizou nesta quarta-feira (28) de manhã, no bairro da Praça 14, mais uma etapa da Operação Calçada Limpa, cujo objetivo foi orientar motoristas sobre a proibição de estacionar veículos nas calçadas e áreas destinadas aos pedestres.O trabalho de conscientização foi executado pelo Instituto Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (IMTT) e aconteceu na avenida Tarumã, no cruzamento com a rua Visconde de Porto Alegre. O local é considerado pelo IMTT como uma das áreas de Manaus com maior número de obstáculos à circulação de pedestres. Durante a operação, o diretor de Trânsito do IMTT, coronel Audo Albuquerque explicou que as medidas adotadas pela Prefeitura servem para conscientizar os motoristas sobre a proibição de estacionar veículos nas calçadas.“Muitos condutores desconhecem o Código de Trânsito, por isso tentam justificar o estacionamento irregular. A lei é bem clara, por isso estamos orientando os motoristas a cumpri-la”, afirmou Albuquerque.O IMTT informou ainda que durante o feriadão do Dia de Finados estarão em serviço 150 agentes de trânsito que vão orientar a circulação de veículos e pedestres nas vias de maior concentração, como nas proximidades dos cemitérios e balneários.
Escrito por Fiscais do IMTT às 19h50
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CMM discutirá melhorias de taxistas em audiência pública Fonte: Portal Amazônia
Vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) discutirão as melhorias dos trabalhos dos taxistas na capital, durante audiência pública, a ser realizada no próximo dia 18 de novembro. A audiência será realizada pela Comissão de Transporte, Viação e Obras da CMM, presidida pelo vereador Jaildo dos Rodoviários (PRP).
A data da audiência foi definida hoje (27), quando taxistas foram até o plenário da Casa exigindo a marcação da audiência. Segundo o representante da Vitor Táxi, José Carlos Augusto de Sousa, a regularização da categoria e o combate a todas as práticas de transporte ilegal em Manaus devem ser discutidos.
- É kombi-lotação, mototáxi, van – tudo atuando irregularmente na cidade. Além disso, a Prefeitura de Manaus já anunciou que fará licitação para aumentar a frota de táxi da capital amazonense, que hoje já é de quatro mil carros. A justificativa da Prefeitura é a Copa de 2014, mas é preciso lembrar que o evento dura apenas um mês. E depois? Onde vão atuar todos estes taxistas-, destacou José Carlos Augusto de Sousa.
O taxista também denunciou a clandestinidade de taxistas no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.
- Eu atuo justamente no aeroporto e lá, é comum a presença de carros particulares prestando o serviço de transporte, que cabe a nós, taxistas. Estão tomando nosso espaço e ninguém está fazendo nada. No Porto de Manaus, por exemplo, os taxistas foram colocados para fora. E são os carros de frete, que possuem liberdade para atuar lá dentro, que estão fazendo o nosso trabalho-, acrescentou.
Escrito por Fiscais do IMTT às 21h08
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Ainda sem ticket
Continuamos sem ticket e, cada vez mais, sem paciência. A promessa que na sexta-feira (23), o auxilio alimentação do mês de setembro, finalmente, estaria disponível não foi cumprida. Estamos quase no final do mês. Será que os funcionários do IMT devem pagar por conta de um problema administrativo entre a prefeitura e a empresa Ticket Alimentação. Dá-lhe, Amazonino! E tem gente que ainda promete votar nele pra goverandor. Haja paciência!
Escrito por Fiscais do IMTT às 19h24
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